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Por Priscila Biancardi

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Resenha: Pequenas grandes mentiras - Liane Moriarty

 

Livro: Pequenas grandes mentiras
Autora: Liane Moriarty
 Editora: Intrínseca
Páginas: 400
Nota:


Sinopse

Um assassinato, um trágico acidente ou apenas adultos se comportando como crianças? O fato é que alguém morreu.

Todos sabem, mas ainda não se elegeram os culpados. Enquanto o misterioso incidente se desdobra nas páginas de Pequenas grandes mentiras, acompanhamos a história de três mulheres, cada uma diante de sua encruzilhada particular. Madeline é forte e passional. Separada, precisa lidar com o fato de que o ex e a nova mulher, além de terem matriculado a filhinha no mesmo jardim de infância da caçula de Madeline, parecem estar conquistando sua filha mais velha. Celeste é dona de uma beleza estonteante. Com os filhos gêmeos entrando para a escola, ela e o marido bem-sucedido têm tudo para reinar entre os pais. Mas a realeza cobra seu preço, e ela não sabe se continua disposta a pagá-lo. Por fim, Jane, uma mãe solteira nova na cidade que guarda para si certas reservas com relação ao filho. Madeline e Celeste decidem fazer dela sua protegida, mas não têm ideia de como isso afetará a vida de todos. Reunindo na mesma cena ex-maridos e segundas esposas, mães e filhas, bullying e escândalos domésticos, o romance de Liane Moriarty explora com habilidade os perigos das meias verdades que todos contamos o tempo inteiro.

Best-seller do The New York Times na semana do lançamento, Pequenas grandes mentiras foi adaptado para a TV pela HBO e tem estreia prevista para fevereiro. Com 7 episódios, Big Little Lies conta com a produção de Reese Whitherspoon e Nicole Kidman que, com Shailene Woodley, também interpretam as protagonistas.


Minha opinião

Em "Pequenas grandes mentiras" somos apresentados a três protagonistas totalmente diferentes: Madeline, Jane e Celeste.

Madeline acabou de fazer 40 anos e bem no dia do seu aniversário torce o pé, mas Jane vai em seu socorro e leva Maddie para um café local, lá também acaba conhecendo Celeste. A ligação entre Maddie e Jane é instantânea, no momento em que elas se conhecem, Madeline tem vontade de proteger Jane e isso se dá ao fato desta ser nova na cidade, ter apenas 24 anos e ser mãe solteira de um garotinho de 5 anos.

Logo no início do livro nós descobrimos que está em andamento uma investigação de assassinato, mas não sabemos quem morreu e nem que matou, tudo o que sabemos é que o crime ocorreu na escola primária na noite de um concurso de soletração que estava acontecendo, mas essa trama do livro acaba ficando em segundo plano porque ficamos tão envolvidos na vida das três protagonistas, que só nos lembramos que está tendo essa investigação quando somos lembrados no começo ou no final de algum capítulo.


"Quando alguém que você amava dependia da sua mentira, ela vinha fácil."


As protagonistas são muito cativantes e cada uma trava uma batalha interna: Madeline acabou de fazer 40 anos, não sabe muito bem lidar com essa idade, além disso está tendo dificuldades em lidar com sua filha de 14 anos.
Jane é mãe solteira de um menino de 5 anos que começa a questionar sobre o pai, mas Jane se recusa terminantemente a revelar quem é o pai dele.
Celeste está em um casamento aparentemente perfeito com um homem rico e bonito, mas entre quatro paredes sofre violência doméstica.

Esse livro foi uma surpresa muito agradável pra mim, nunca tinha lido nada da Liane, e essa leitura me arrebatou de uma forma que me fez querer ler tudo da autora e fez eu me questionar porque não li nada dela antes. O livro tem uma escrita totalmente envolvente, no início a gente acha que o que vai nos despertar a curiosidade é somente a investigação de assassinato, mas também ficamos muito curiosos pra saber o que as protagonistas irão fazer para resolver seus problemas.

Liane Moriarty nos apresenta personagens muito reais, então em diversas situações eu me identificava com alguma protagonista.

Além dos personagens cativantes e reais, a autora aborda neste livro temas importantes como violência doméstica, bullying, relações familiares, entre outros, mas apesar de tantos temas importantes, ela consegue manter a narrativa leve e divertida, onde em vários momentos me vi rindo de alguma situações, principalmente alguma situação com a Madeline, que é uma personagem impossível de não gostar.

Enfim, leiam o livro e se apaixonem pela escrita da Liane Moriarty como eu me apaixonei.

Você pode adquirir o livro aqui.

Por Priscila Biancardi

 

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Resenha: Maze Runner - Prova de fogo de James Dashner

Livro: Maze Runner - Prova de fogo
Autor: James Dashner 
Editora: Plataforma 21
Páginas: 400
Nota:⭐⭐⭐


Sinopse

O Labirinto foi só o começo... o pior está por vir. Depois de superarem os perigos mortais do Labirinto, Thomas e seus amigos acreditam que estão a salvo em uma nova realidade. Mas a aparente tranquilidade é interrompida quando são acordados no meio da noite por gritos lancinantes de criaturas disformes – os Cranks – que ameaçam devorá-los vivos.
Atordoados, os Clareanos descobrem que a salvação aparente na verdade pode ser outra armadilha, ainda pior que a Clareira e o Labirinto. E que as coisas não são o que aparentam. Para sobreviver nesse mundo hostil, eles terão de fazer uma travessia repleta de provas cruéis em um meio ambiente devastado, sem água, comida ou abrigo.

Calor causticante durante o dia, rajadas de vento gélido à noite, desolação e um ar irrespirável – no Deserto do novo mundo até mesmo a chuva é a promessa de uma morte agonizante. Eles, porém, não estão sozinhos – cada passo é espreitado por criaturas famintas e violentas, que atacam sem avisar.

Manipulação, mentiras e traições cercam o caminho dos Clareanos, mas para Thomas a pior prova será ter de escolher em quem acreditar.


Minha opinião

Após terem saído do Labirinto, Thomas e seus amigos são resgatados e finalmente seus pesadelos tem fim… só que não.

A luta pela sobrevivência continua nesse livro e, como avisado, será mais difícil do que tudo o que eles enfrentaram no labirinto. 

Dessa vez os meninos precisam atravessar um deserto em busca de um lugar chamado "Refúgio Seguro", mas não será tão simples, muita coisa vai acontecer para atrapalhar essa viagem. Durante essa viagem Thomas consegue se lembrar de alguns fragmentos de sua vida anterior, mas não fica feliz com o que vem à sua memória.

Nesse segundo volume o autor responde algumas perguntas que ficaram ao final do primeiro volume, principalmente em relação com o que está acontecendo com o mundo real. Temos, também, a inserção de novos personagens, os Cranks, que são pessoas infectadas com o Fulgor, a doença que está dizimando a vida na Terra. Será que alguns Cranks podem ser diferentes de outros?

Assim como no primeiro volume, a escrita de James Dashner é muito fluída, envolvente e tranquila de acompanhar. Apesar desse livro não ter tanta ação quanto o primeiro, nem de longe é uma leitura ruim.

Este livro tem umas reviravoltas interessantes, que nos faz pensar que nem todos merecem a nossa confiança. Que cada personagem é muito mais do que demonstra. Além de deixar uma ótima lição: nada é tão ruim que não possa piorar.

Você pode adquirir o livro aqui.

Por Priscila Biancardi e Erica Fernandes

  

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Resenha: O grande Gatsby - F. Scott Fitzgerald

 

Livro: O Grande Gatsby
Autor: F. Scott Fitzgerald
Editora: Tordesilhas
Páginas288
Nota:⭐⭐⭐


Sinopse

A obra traz como pano de fundo a sociedade americana da década de 1920, época que ficou conhecida como a era do jazz. Ao se mudar para a casa ao lado, Nick Carraway adentra o mundo de extravagância e luxo de Jay Gatsby, um misterioso milionário que, na verdade, busca a atenção de um antigo amor, Daisy Buchanan, de quem se separou na Primeira Guerra Mundial. A edição traz ainda o prefácio à edição americana de 1934, escrita pelo próprio Fitzgerald; um posfácio do escritor americano Alex Gilvarry, autor de Nada além da verdade; uma seleção das cartas que Fitzgerald escreveu a Maxwell Perkins, seu editor à época da publicação de O grande Gatsby; e a cronologia da vida e obra do autor. Um retrato pungente da decadência de uma sociedade materialista e deslumbrada com o poderio do pós-guerra e dos trágicos danos causados por uma obsessão lancinante com o passado.


Minha opinião

Nick Carraway é um jovem que vive na década de 20, também conhecida como década do Jazz. Quando se muda para uma pequena casa descobre que é vizinho de um misterioso Gatsby, conhecido por dar festas luxuosas que são famosas em toda Nova York.

Nick adentra cada vez mais no mundo misterioso de Gatsby, ninguém sabe de onde ele veio e nem como ganhou todo seu dinheiro, mas Nick logo descobre que o misterioso milionário tem um antigo amor, que se chama Daisy e que por acaso Nick a conhece.

Sabendo disso, Gatsby pede a ajuda de Nick para se reaproximar de Daisy, que agora é casada e tem uma filha, mas ele não se importa, quer apenas a sua amada de volta, e diante disso se dá início a uma cadeia de acontecimentos que tem tudo pra terminar em tragédia.

O grande Gastby não é um livro cheio de reviravoltas, se tiver esperando grandes emoções esse livro não é pra você.

F. Scott Fitzgerald nos apresenta uma obra repleta de significado, ele nos faz entrar totalmente de cabeça na história de Nick e Gatsby e sua narrativa nos faz ter muitos questionamentos: o dinheiro pode comprar tudo? Até onde estamos dispostos a ir pela pessoa que amamos?

O livro é extremamente triste, pois conseguimos observar que apesar de muito rico e de estar sempre cercado de gente ainda assim Gatsby é uma alma solitária e possui um vazio enorme no coração.

Você pode adquirir o livro aqui. Gratuito no Kindle Unlimited.

Por Priscila Biancardi

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Resenha: O bebê de Rosemary - Ira Levin

Livro: O bebê de Rosemary
Autor: Ira Levin
EditoraAmarylis
Páginas224
Nota:⭐⭐⭐⭐+ 🧡


Sinopse

Rosemary Woodhouse e seu marido Guy, um ator que luta para se firmar na carreira, mudam-se para um dos endereços mais disputados de Nova York, o Bramford, um edifício antigo de ares vitorianos, habitado em sua maioria por moradores idosos e célebre por uma reputação algo macabra de incidentes misteriosos ao longo da história. Sem demora, os novos vizinhos, Roman e Minnie Castevet, vêm dar boas-vindas aos Woodhouse. Apesar das reservas de Rosemary com relação a seus hábitos excêntricos e aos barulhos estranhos que ouve à noite, o casal idoso logo passa a ser uma presença constante em suas vidas, especialmente na de Guy. Tudo parece ir de vento em popa. Guy consegue um ótimo papel na Broadway, e novas oportunidades não param de surgir para ele. Rosemary engravida, e os Castevets passam a tratá-la com atenção especial. Mas, à medida que a gestação evolui e parece deixá-la mais frágil, Rosemary começa a suspeitar que as coisas não são o que parecem ser... Em 1969, O bebê de Rosemary, fenômeno aclamado por público e crítica, foi adaptado para o cinema em uma produção que se tornou um clássico do terror, estrelada por Mia Farrow e Roman Polanski. Em 2014, a força da história sinistra de Rosemary e seu bebê chegou à TV americana, em uma elogiada minissérie estrelada por Zoe Saldana.


Minha opinião

Rosemary e Guy Woodhouse acharam o apartamento dos sonhos, bem grande e com tudo que eles tinham em sua lista de desejos, o lugar perfeito para esperar por seu primeiro filho.

Logo que se mudam, Rosemary e Guy fazem amizade com Roman e Minnie Castevet, um casal de idosos muito simpático e solícito. Aos poucos Rosemary e Guy fazem amizade com todos os amigos dos Castevet.

Um dia os Woodhouse estão jantando quando Minnie bate à porta para entregar uma sobremesa. Rosemary come, apesar de achar o gosto um pouco estranho e após comer a sobremesa ela fica muito cansada e vai dormir, mas tem um sono agitado, repletos de pesadelos. Pelo menos Rosemary acha que são pesadelos.

Tudo é esquecido quando os Woodhouse descobrem que estão finalmente esperando seu primeiro filho, mas a felicidade não vai durar muito, pois Rosemary começa a notar um comportamento estranho dos Castevet e seus amigos e pior, em Guy, seu marido.

O bebê de Rosemary é um clássico de terror e suspense psicológico. Eu já havia assistido o filme de Roman Polanski e mesmo já conhecendo a história, o livro foi magnífico, simplesmente uma obra-prima do terror. Em diversos momentos nos deixa com um frio na espinha e com ânsia para descobrir qual mistério, se é que existe um, está se abatendo sobre Rosemary.

Ira Levin foi simplesmente genial ao construir esse enredo, pois durante a leitura nos pegamos pensando "Será que a Rosemary está correndo mesmo algum perigo ou será somente alguma paranoia decorrente da gravidez?" Então o livro acaba ficando aberto a interpretações.

Livro recomendado para quem é amante do terror e do suspense.

Você pode adquirir o livro aqui.

Por Priscila Biancardi

 

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Resenha: Cabo do medo - John MacDonald

Livro: Cabo do medo
Autor: John MacDonald
Editora: DarkSide Books
Páginas: 224
Nota: 4,5⭐+🧡


Sinopse

Violento e visceral, Cabo do Medo foi publicado pela primeira vez nos anos 1950 e deixou leitores atormentados com sua narrativa brutal. Agora, é com muito orgulho que a DarkSide® Books recebe John D. MacDonald e sua obra-prima em nossa casa dos horrores. Até onde você iria para salvar aqueles que mais ama? Por catorze anos, o condenado Max Cady nutriu um ódio por Sam Bowden, um advogado de sucesso que ostenta uma família margarina e que, ao atuar como seu defensor público, pouco fez para evitar que ele fosse parar atrás das grades. Agora um homem livre, Max retorna à sociedade com sangue nos olhos e enlouquecido por uma sede de vingança pelo tempo e família que perdeu. E decide fazer com que toda a família de Sam pague por seu erro.


Minha opinião

Sam Bowden é um advogado bem sucedido, sócio de uma firma de advocacia que vai muito bem nos negócios, tem uma linda esposa e três lindos filhos, mas antes de se tornar advogado, Sam era Tenente no Exército dos Estados Unidos e estava em uma missão quando flagrou um soldado estuprando uma menina de 14 anos. Claro que ele não pensou duas vezes em denunciar o caso e servir de testemunha para que o soldado fosse preso. Após o julgamento, o soldado Max Cady é condenado à prisão.




13 anos depois, Max consegue sua liberdade e a única coisa que pensa é em vingança. Ele vai fazer com que Sam se arrependa por ter feito Max perder sua família e por tê-lo feito passar tantos anos atrás das grades. Uma caçada tem início: de um lado alguém que acha que deve fazer justiça com as próprias mãos e do outro, alguém que quer proteger todos que ama. Quem vai conseguir sair vitorioso nesse cabo do medo?

Cabo do Medo foi publicado originalmente em 1957 e agora possui essa edição maravilhosa da Darkside. Temos aqui um thriller clássico que serviu de inspiração para muitos outros. John MacDonald tem uma escrita muito fácil e leve que consegue prender a atenção do leitor logo no primeiro capítulo.


MacDonald consegue em poucas páginas criar toda uma atmosfera de suspense com situações tensas que nos faz pensar o pior do ser humano. Em alguns momentos o autor sai do foco principal e nos apresenta um pouco da vida de Sam e de sua esposa, Carol, mas isso de forma alguma me incomodou, afinal, como podemos simpatizar com personagens que não conhecemos direito?

Cabo do Medo não é um livro cheio de grandes acontecimentos, mas o autor soube muito bem como deixar um clima de tensão na narrativa, a todo momento eu ficava me perguntando "o que será que o Max vai fazer agora?", e enquanto a gente não descobre o que ele vai fazer, não consegue largar o livro.


O final foi perfeito, é um final realista, nada mirabolante, que é algo que me irrita muito quando acontece. A única ressalva que eu tenho é: achei que o Max poderia ter sido mais explorado, mas entendo que o autor quis dar mais destaque para o que as pessoas fariam nesse situação. Mesmo assim acho que ele poderia ter tirado um ou dois capítulos para nos mostrar um pouco a visão do Max. Foi a única coisa que me impediu de dar nota máxima, de qualquer forma, é um livro que vale muito a pena ser lido.

Cabo do Medo ganhou duas adaptações, a primeira em 1962, com direção de J. Ler Thompson e Robert Mitchum e Gregory Peck no elenco. A segunda em 1991, dirigida por Martin Scorsese, contou com Robert De Niro (novidade), Nick Nolte, Jessica Lange e Juliette Lewis no elenco. Essa adaptação rendeu a Robert De Niro uma indicação ao Oscar, mas ele não ganhou.

Você pode adquiri-lo aqui.

Por Priscila Biancardi

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Resenha: A culpa é das estrelas - John Green

Livro: A culpa é das estrelas
Autor: John Green
  Editora: Intrínseca
Páginas: 288
Nota: 


Sinopse

Hazel foi diagnosticada com câncer aos treze anos e agora, aos dezesseis, sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões. Ela sabe que sua doença é terminal e passa os dias vendo tevê e lendo Uma aflição imperial, livro cujo autor deixou muitas perguntas sem resposta. Essa era sua rotina até ela conhecer Augustus Waters, um jovem de dezessete anos que perdeu uma perna devido a um osteosarcoma, em um Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Como Hazel, Gus é inteligente, tem senso de humor e gosta de ironizar os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Com a ajuda de uma instituição que se dedica a realizar o último desejo de crianças doentes, eles embarcam para Amsterdã para procurar Peter Van Houten, o autor de Uma aflição imperial, em busca das respostas que desejam.

Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.


Minha opinião


Hazel tem câncer desde os treze anos, mas consegue ter uma vida normal dentro do possível graças a uma droga super poderosa. Agora com dezesseis anos, resolveu frequentar um grupo onde outros jovens com câncer vão para poder contar suas experiências e é assim que ela conhece Gus.

"Nem todo mundo que chega na sua vida, vem com a intenção de ficar. Da mesma forma, que nem todos os que se foram, queriam partir."


Gus e Hazel dividem experiências parecidas, então acabam se aproximando, quando se vê apaixonada por Gus, Hazel resolve apresentar a ele o seu livro favorito que se chama “Uma aflição imperial” e revela que esse livro levantou muitas questões que a fizeram mandar cartas para o autor, mas nunca foram respondidas. Com a ajuda de uma instituição que se dedica a realizar o último desejo de crianças doentes, Gus consegue ir com Hazel para Amsterdã em busca de Peter Van Houten o autor de “Uma aflição imperial”.

"É, não podemos escolher se seremos feridos ou não. Mas podemos escolher quem nos ferirá…"

Esse foi um dos primeiros livros que li quando iniciei a minha vida literária, então eu tenho um carinho enorme por ele. Esse livro tem uma carga emocional muito grande, o jeito que o John Green aborda o câncer é super sensível, ele não dá foco somente a doença ou ao romance, o foco principal nesse livro é o companheirismo, eu já disse isso antes e vou dizer novamente, John Green é um dos poucos escritores que sabe escrever sobre adolescente sem ser chato.

"Mas todo mundo deveria ter um amor verdadeiro, que deveria durar pelo menos até o fim da vida de pessoa."

A culpa é das estrelas é um livro cheio de emoção e ensinamentos, com personagens carismáticos e que é impossível que não se apaixonar, inclusive o Gus é meu crush literário até hoje haha. Vocês já devem estar carecas de ver resenhas sobre esse livro, mas como tem muita gente que ainda não leu é a minha obrigação espalhar a palavra desse livro haha.

Okay?
Okay.

Você pode adquiri-lo aqui.

Por Priscila Biancardi

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