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Resenha: Pequenas grandes mentiras - Liane Moriarty

 

Livro: Pequenas grandes mentiras
Autora: Liane Moriarty
 Editora: Intrínseca
Páginas: 400
Nota:


Sinopse

Um assassinato, um trágico acidente ou apenas adultos se comportando como crianças? O fato é que alguém morreu.

Todos sabem, mas ainda não se elegeram os culpados. Enquanto o misterioso incidente se desdobra nas páginas de Pequenas grandes mentiras, acompanhamos a história de três mulheres, cada uma diante de sua encruzilhada particular. Madeline é forte e passional. Separada, precisa lidar com o fato de que o ex e a nova mulher, além de terem matriculado a filhinha no mesmo jardim de infância da caçula de Madeline, parecem estar conquistando sua filha mais velha. Celeste é dona de uma beleza estonteante. Com os filhos gêmeos entrando para a escola, ela e o marido bem-sucedido têm tudo para reinar entre os pais. Mas a realeza cobra seu preço, e ela não sabe se continua disposta a pagá-lo. Por fim, Jane, uma mãe solteira nova na cidade que guarda para si certas reservas com relação ao filho. Madeline e Celeste decidem fazer dela sua protegida, mas não têm ideia de como isso afetará a vida de todos. Reunindo na mesma cena ex-maridos e segundas esposas, mães e filhas, bullying e escândalos domésticos, o romance de Liane Moriarty explora com habilidade os perigos das meias verdades que todos contamos o tempo inteiro.

Best-seller do The New York Times na semana do lançamento, Pequenas grandes mentiras foi adaptado para a TV pela HBO e tem estreia prevista para fevereiro. Com 7 episódios, Big Little Lies conta com a produção de Reese Whitherspoon e Nicole Kidman que, com Shailene Woodley, também interpretam as protagonistas.


Minha opinião

Em "Pequenas grandes mentiras" somos apresentados a três protagonistas totalmente diferentes: Madeline, Jane e Celeste.

Madeline acabou de fazer 40 anos e bem no dia do seu aniversário torce o pé, mas Jane vai em seu socorro e leva Maddie para um café local, lá também acaba conhecendo Celeste. A ligação entre Maddie e Jane é instantânea, no momento em que elas se conhecem, Madeline tem vontade de proteger Jane e isso se dá ao fato desta ser nova na cidade, ter apenas 24 anos e ser mãe solteira de um garotinho de 5 anos.

Logo no início do livro nós descobrimos que está em andamento uma investigação de assassinato, mas não sabemos quem morreu e nem que matou, tudo o que sabemos é que o crime ocorreu na escola primária na noite de um concurso de soletração que estava acontecendo, mas essa trama do livro acaba ficando em segundo plano porque ficamos tão envolvidos na vida das três protagonistas, que só nos lembramos que está tendo essa investigação quando somos lembrados no começo ou no final de algum capítulo.


"Quando alguém que você amava dependia da sua mentira, ela vinha fácil."


As protagonistas são muito cativantes e cada uma trava uma batalha interna: Madeline acabou de fazer 40 anos, não sabe muito bem lidar com essa idade, além disso está tendo dificuldades em lidar com sua filha de 14 anos.
Jane é mãe solteira de um menino de 5 anos que começa a questionar sobre o pai, mas Jane se recusa terminantemente a revelar quem é o pai dele.
Celeste está em um casamento aparentemente perfeito com um homem rico e bonito, mas entre quatro paredes sofre violência doméstica.

Esse livro foi uma surpresa muito agradável pra mim, nunca tinha lido nada da Liane, e essa leitura me arrebatou de uma forma que me fez querer ler tudo da autora e fez eu me questionar porque não li nada dela antes. O livro tem uma escrita totalmente envolvente, no início a gente acha que o que vai nos despertar a curiosidade é somente a investigação de assassinato, mas também ficamos muito curiosos pra saber o que as protagonistas irão fazer para resolver seus problemas.

Liane Moriarty nos apresenta personagens muito reais, então em diversas situações eu me identificava com alguma protagonista.

Além dos personagens cativantes e reais, a autora aborda neste livro temas importantes como violência doméstica, bullying, relações familiares, entre outros, mas apesar de tantos temas importantes, ela consegue manter a narrativa leve e divertida, onde em vários momentos me vi rindo de alguma situações, principalmente alguma situação com a Madeline, que é uma personagem impossível de não gostar.

Enfim, leiam o livro e se apaixonem pela escrita da Liane Moriarty como eu me apaixonei.

Você pode adquirir o livro aqui.

Por Priscila Biancardi

 

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Em choque de cultura como conseguir assim mesmo craque daniel daniel furlan desmotivacional editora intrínseca falha na cobertura humor intrínseca você não merece ser feliz

Resenha: Você não merece ser feliz - Como conseguir mesmo assim, por Craque Daniel

 

Livro: Você não merece ser feliz - Como conseguir mesmo assim
Autor: Craque Daniel (Daniel Furlan e Pedro Leite)
 Editora: Intrínseca Páginas: 160
Nota: 4,5


Sinopse

Craque Daniel é líder do Falha de Cobertura, a maior mesa-redonda da internet brasileira. Em meio aos comentários mordazes sobre as grandes questões do futebol, o Craque volta e meia revela verdadeiras pérolas da filosofia contemporânea, com um forte toque de ressentimento e amargura. “Se você quiser, se você se esforçar, se você treinar, se você entrar de cabeça, se você se concentrar, nada garante que você vai conseguir”, afirma o apresentador, mostrando que a verdade e a dor andam de mãos atadas.

Consciente de que poderia ajudar milhares de brasileiros, resolveu escrever Você não merece ser feliz, em que proporciona ao leitor um caminho rápido até a felicidade por meio de seus dois maiores pilares, o comodismo e o individualismo. Isso sem abrir mão de outros valores essenciais, como a indiferença, o pessimismo e o rancor.

Escrito por Daniel Furlan e Pedro Leite, Você não merece ser feliz é um falso manual de autoajuda com um ritmo incessante e humor original. Municiando um dos personagens mais queridos dos últimos anos, os autores trazem uma crônica divertida e absurdamente irônica sobre a nossa mania de perseguir a todo custo a felicidade (mesmo que não seja merecida).


Minha opinião

Coloquem suas chuteiras e se preparem para mais uma derrota no campo da vida.

Craque Daniel junto com o Professor Cerginho comanda o programa Falha na cobertura, exibido no YouTube, durante o programa, além de comentários sobre ótimos times e o Flamengo, Craque Daniel exibe toda a sua sabedoria sobre a vida, e pensando em quanto conhecimento ele tem pra dar, nada melhor do que escrever um livro para ajudar as pessoas a alcançar a felicidade, mesmo não merecendo. E pra ficar ainda melhor, o livro conta com o prefácio escrito pelo Professor Cerginho. Quer coisa melhor?

O livro é dividido em vários capítulos que representam cada campo da nossa vida, Craque Daniel nos ensina a tirar o melhor de uma situação ruim quando ela acontecer, mesmo que seja 133 vezes por dia, mas em muitos casos é melhor desistir na primeira situação ruim. Sempre que puder desista!

Quando eu vi que a editora Intrínseca iria lançar esse livro eu fiz questão de comprar na pré-venda para garantir os imãs de geladeira para eu ver todos os dias quando acordar. É inegável que Daniel Furlan é um dos maiores nomes do humor nacional, isso também fica provado no programa Choque de Cultura e nesse livro Daniel nos apresenta seu humor inteligente e regado a sarcasmo. Se você está procurando um livro divertido que fala sobre situações do nosso cotidiano, então esse é o livro.

⚠️ Alerta: esse livro é regado de sarcasmo, então se você não entende isso, não leia um livro e procure um neurologista.

Você pode adquirir o livro aqui.

Por Priscila Biancardi

 

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Em dimensões editora intrínseca ficção científica graphic novel hq intrínseca oblivion song robert kirkman sci-fi the walking dead

Resenha: Oblivion Song Volume 1 - Robert Kirkman

Graphic Novel: Oblivion Song Vol. 1 - Canção do silêncio
Roteiro: Robert Kirkman
Arte: Lorenzo de Felici
Cores: Annalisa Leoni
  Editora: Intrínseca
Páginas: 144
Nota:⭐⭐⭐⭐+ 🧡


Sinopse

Nova HQ do aclamado criador de The Walking Dead é uma distopia assustadora e surpreendente

Anos atrás, 300 mil habitantes da Filadélfia foram transportados para Oblivion, uma nova dimensão aterrorizante que surgiu de forma inexplicável e destruiu áreas da cidade. Os desaparecidos tentam sobreviver enfrentando seres monstruosos em um ambiente inóspito e atordoante, marcado por raros momentos de calmaria.

O governo investiu muitos recursos em incursões para resgatar as vítimas, mas depois de dez anos as buscas foram encerradas. Mesmo lamentando a perda de entes queridos, a vida seguiu seu curso para grande parte da cidade, e monumentos, memoriais e museus foram erguidos em homenagem aos que se foram. No entanto, se depender do cientista Nathan Cole, ninguém vai ficar para trás.

Nathan desenvolveu uma tecnologia extremamente instável que lhe permite visitar Oblivion todos os dias. Ele arrisca a própria vida em viagens solitárias, perigosas e muitas vezes infrutíferas na tentativa de resgatar sobreviventes. Cada vez que volta de lá, se mostra mais determinado. Mas o que Nathan procura? Por que não consegue resistir ao chamado de Oblivion, à canção silenciosa de um mundo prestes a ruir e a levá-lo junto?

Criador de The Walking Dead — série vencedora do prestigiado Eisner Awards —, Robert Kirkman retorna com seu talento para contar histórias de caos em cenários pós-apocalípticos. Oblivion Song: Canção do Silêncio narra o luto, os traumas e os limites impensáveis que ultrapassamos para consertar os erros do passado. Com o traço único de Lorenzo De Felici, o primeiro volume reúne os seis fascículos iniciais da série.


Minha opinião


Essa foi minha primeira experiência com Robert Kirkman e já comecei favoritando. Para quem não sabe, Robert Kirkman foi aclamado pelo trabalho de roteirista na Graphic Novel The Walking Dead que acabou sendo adaptada para uma série.


Em Oblivion Song conhecemos Nathan. Logo no início vemos ele perseguindo um casal, mas ele está com uma arma na mão e por motivos óbvios, o casal que não quer descobrir o que ele quer fazer com aquela arma. No entanto, essa arma é responsável por mandar as pessoas para a dimensão correta.


Sim, estamos lidando com mais de uma dimensão nessa Graphic Novel. Um belo dia, os humanos estavam de boa na Filadélfia quando boa parte da população foi sugada para outra dimensão. Uma dimensão extremamente assustadora, onde vivem criaturas muito estranhas e agora, mais de 10 anos, Nathan está tentando resgatar ainda algumas pessoas e segue procurando, esperançoso, por seu irmão que foi sugado para outra dimensão.


Só que sua tecnologia é um pouco precária e o governo se nega a ajudar Nathan por temerem que outro evento de troca de dimensões ocorra, sem contar que as pessoas retornam muito transtornadas, algumas nunca se recuperando dos terrores noturnos e o medo de barulhos animalescos.

Esse foi só o primeiro volume e eu já fiquei sem fôlego. Que Graphic Novel, meus amigos! Tem tanta coisa que eu queria poder falar sobre aqui, mas daí seria spoiler. O que posso adiantar é que Robert vai fazer você sentir muito os sentimentos de dor, saudade e culpa de Nathan por não conseguir fazer além do que queria e o desespero de quem retorna. É um roteiro com muita ação e ficção científica mas carregada de sentimento.


O trabalho gráfico é um show à parte, Lorenzo de Felici fez uma arte lindíssima e as cores de Annalisa Leoni ajustam completamente o clima trazendo tons terrosos e um ar pós-apocalíptico à dimensão com criaturas e uma vibe mais tranquila ao mundo normal.

Mal posso esperar pelos próximos volumes e espero de coração que a Intrínseca siga publicando porque o mundo precisa conhecer Oblivion Song e eu nem preciso dizer que certamente ela renderia uma ótima série de sci-fi, né? Tomara que um dia aconteça.

Por Amanda Rocha

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Resenha: Sol da meia-noite - Stephenie Meyer

Livro: Sol da meia-noite
Autora: Stephenie Meyer
Editora: Intrínseca
Páginas: 736
Nota⭐+🧡


Sinopse

Aguardado há mais de uma década, Sol da meia-noite, novo livro do universo de Crepúsculo, chega ao Brasil em lançamento mundial no dia 4 de agosto

Um dos maiores fenômenos editoriais dos últimos tempos, a saga Crepúsculo narra a icônica história de amor de Bella Swan, uma garota tímida e desastrada, que acaba de mudar de cidade, e Edward Cullen, um rapaz misterioso que esconde um segredo aterrorizante: é um vampiro. Desde a primeira troca de olhares, ele fez tudo para ficar longe dela, mas e se as coisas não tiverem acontecido exatamente assim?

Até agora, os leitores conheceram essa trama inesquecível apenas pelos olhos de Bella. No aguardado Sol da meia-noite, vamos testemunhar o nascimento desse amor pelo olhar de Edward, mergulhando em um universo novo, sombrio e surpreendente, cheio de revelações.

Conhecer Bella foi o que aconteceu de mais irritante e instigante em todos os anos de Edward como vampiro. À medida que conhecemos detalhes sobre seu passado e a complexidade de seus pensamentos, conseguimos entender por que Bella se tornou o eixo central de uma batalha decisiva em sua vida. Como Edward poderia seguir seu coração se isso significava colocar a amada em perigo? Do que ele seria capaz de abrir mão?

Em Sol da meia-noite, Stephenie Meyer faz um retorno triunfal ao universo de Crepúsculo e nos transporta mais uma vez para Forks, convidando-nos a revisitar cada detalhe dessa história que conquistou milhões de fãs em todo o mundo. Em meio a uma paixão cercada de perigos sobrenaturais, vamos descobrir como Edward encara seus prazeres mais profundos e as consequências devastadoras de um amor proibido e imortal.

Minha opinião


Finalmente, após mais de 10 anos chegou a vez de Edward. Fãs de todo mundo esperavam pelo Sol da Meia Noite e quando todo mundo achou que esse sonho jamais iria se realizar, Stephenie nos surpreende com esse lançamento. Até parece que tínhamos adivinhado, pois cerca de um mês antes do anúncio do novo livro nós lançamos uma Leitura Coletiva da saga Crepúsculo. Sem mais enrolação, vamos à resenha.

Começamos o livro com um Edward muito entendiado, o que é normal, afinal ele está há décadas fazendo a mesma coisa, sem ter nenhuma novidade, até que uma aluna nova chega na escola de Forks, ela tem o cheiro mais gostoso que Edward já sentiu, mas o que mais o deixa intrigado é que ele não consegue ler a mente dela, coisa que nunca foi problema pra ele, já que ele é um vampiro experiente com um dom poderoso.

"Poderia um coração congelado e morto voltar a bater? Parecia que o meu estava prestes a fazê-lo."

No início, Edward tenta de todas as formas se manter longe de Bella, afinal de contas, nada de bom poderia resultar de uma aproximação, mas ele percebe que está perdidamente apaixonado por Bella e todos os seus mistérios.

Sol da Meia-noite é um livro mais maduro, já que Edward tem mais de 100 anos, então não temos o mesmo tom de escrita dos outros livros narrados por Bella, até porque o sexo do narrador também muda.

É incrível ver como, mesmo tendo uma aparência perfeita, Edward sofre das inseguranças que assolam a maioria dos humanos, visto que ele não sabia o que Bella sentia por ele e até mesmo chegando ao ponto de pensar que ela iria achá-lo repulsivo.

É lindo saber como Edward enxerga Bella, sempre reforçando suas qualidades, sempre pensando em como ela é inteligente, altruísta e bonita, ele sempre está querendo ser alguém melhor pra merecer o amor dela. Pelo olhar de Edward, eu passei a gostar ainda mais da Bella, já que ela não fala sobre suas qualidades pois é muito insegura para poder ver as coisas boas que tem. Então esqueçam aquela Bella sem graça dos filmes. Sem contar que a Bella do filme já é bem diferente da Bella dos livros e em Sol da meia-noite isso fica ainda mais evidente, porque obviamente nenhuma pessoa se vê com os mesmos olhos que alguém que a ama a vê. Isso acontece na vida real.

Como conhecemos mais de Bella, é possível entender melhor sua mente e seus gostos apesar de Edward não lê sua mente porque Edward também é muito perceptivo. Toda aquela conversa deles em Crepúsculo arrancando detalhes da vida dela em troca de respostas dele, traz muitos mais detalhes sobre Bella que renderá certamente um outro post de curiosidades como o que já postamos sobre a saga.

"O cheiro dela queimou em minha garganta, e fiquei feliz. Essa dor significava que ela estava viva. Enquanto eu queimasse, ela estaria em segurança."

É muito interessante estar dentro da mente de Edward, pois não conhecemos apenas seus pensamentos, também podemos ver o que as outras pessoas pensam quando ele usa seu dom, então temos uma visão muito ampliada do que acontece ao redor. Inclusive isso evidencia a inveja de Jessica, o ciúme de Rosalie e a bondade de Angela.

Outro ponto do alto do livro é ficar mais perto dos Cullen e descobrir coisas novas da história deles, que nos livros narrados pela Bella não temos acesso. Nesse livro podemos acompanhar o lado mais vampiresco deles e é lindo poder ver a relação de Edward e Alice, como eles realmente parecem irmãos, mas a relação que mais me comoveu é a que Edward tem com a Esme, como ela realmente o trata, como se fosse um filho, a relação dele com Emmett também é muito legal de acompanhar. Tem um momento que os dois interagem pra ajudar Angela que simplesmente lemos com um sorriso no rosto.

É lindo de ver como Edward enxerga Carlisle como um pai e o admira. Sobre Rosalie e Jasper, não temos tanto aprofundamento, já que Jasper ainda não é tão experiente no estilo de vida adotado pelos Cullen e Rosalie se mantém afastada porque não gosta de Bella.

"Era estranho ver tudo que eu não entendia antes de Bella surgir em minha vida. Ela me transformara mais do que eu achava possível mudar sem deixar de ser eu mesmo."

Outra coisa que eu gostei muito de acompanhar foi o entusiasmo da Alice com a expectativa de ser amiga de Bella, ali ficou ainda mais claro que Edward não era o único a amar a garota. Uma grata surpresa foi saber como Emmett se sente em relação a Bella, ele gosta dela logo de cara e é um sentimento muito sincero, do tipo que sabemos que se fosse preciso, ele lutaria por ela. Esme também tem um sentimento muito forte por Bella, já que ela vê como a garota faz Edward feliz.

A única coisa que eu achei que pode ser um ponto negativo no livro é o fato de contar apenas os acontecimentos de Crepúsculo, pelo número de páginas eu achei que seria a visão de todos os livros, me decepcionei um pouco com isso, já que eu queria muito saber o que o Edward ficou fazendo depois que abandona a Bella em Lua Nova e também queria ter a visão dele dos acontecimentos de Eclipse, já que é considerado por muitos o melhor livro da saga e claro, ver como foi para Edward aquele final de Amanhecer. Mas dentro da proposta que Stephenie nos ofereceu, o livro com certeza virou favorito.

Por Amanda Rocha e Priscila Biancardi

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Resenha: O livro dos Baltimore - Joël Dicker

Livro: O livro dos Baltimore
Autor: Joël Dicker
Editora: Intrínseca
Páginas: 416
Nota:


Sinopse

O novo livro do autor de A verdade sobre o caso Harry Quebert

Marcus Goldman teve uma juventude inesquecível em Baltimore, ao lado dos primos e dos tios, a parte bem-sucedida de sua família e que ele tanto admirava. Mas a felicidade aparente não condizia com a realidade e o dia do Drama marcou o destino fatídico e inesperado de todos aqueles que ele mais amava.

Oito anos depois, Marcus ainda tenta montar o quebra-cabeça do Drama, lidar com as consequências e entender o que aconteceu. Desencavando o passado, reacendendo paixões e desvendando mistérios, ele decide escrever o próximo romance sobre sua família, numa tentativa de se libertar de antigos ressentimentos e redimir aqueles que foram punidos pelos infortúnios da vida.

Rivalidade, traição, sucesso, paixão e inveja: abordando temas presentes na vida de todos nós, Joël Dicker constrói brilhantemente o retrato de uma juventude, destacando a força do destino e a fragilidade de nossas maiores conquistas.

Neste livro, Joël Dicker revisita seu mais emblemático personagem, Marcus Goldman, protagonista de A verdade sobre o caso Harry Quebert, best-seller mundial.

O autor, que foi um dos destaques no Brasil da Flip de 2014, venceu o Grande Prêmio de Romance da Academia Francesa e o Prêmio Goncourt des Lycéens, além do Prêmio dos Escritores de Genebra.


Minha opinião

Essa foi minha primeira experiência com Joël Dicker. Quem me recomendou o autor foi Priscila, que leu juntamente comigo esse livro, mas já havia lido outro livro do autor: O desaparecimento de Stephanie Mailer.

Neste livro, conhecemos Marcus, um escritor que recentemente mudou de casa e está tentando escrever seu novo livro. Ele prontamente faz amizade com seu vizinho que busca sempre incentivá-lo a não deixar o livro de lado.

Mas como que por do destino, um cachorro desaparecido traz um elemento importante de seu passado de volta e as lembranças de momentos felizes e outros não tão felizes vem à tona.

Prontamente Joël nos introduz ao plot principal do livro: o Drama. Nos deixando extremamente curiosos para saber o que de fato aconteceu e qual é o papel de Marcus nele.

O autor suíço sabe muito bem sustentar o mistério e segurar o leitor. Joël tem uma escrita agradável e nenhum detalhe que adiciona a trama é em vão. Ele faz com que nos apeguemos aos personagens, tem o dom de falar sobre temas importantes envolvidos na infância como bullying, superproteção, rejeição, luto, entre outros temas até na fase adulta, e quando montamos o quebra cabeça final entendemos que cada mínimo detalhe foi necessário para a construção do plot principal.

O livro é intercalado entre passado e futuro e podemos acompanhar como a maturidade de uma pessoa interfere em sua visão sobre o mundo. O menino Marcus faz parte da família Goldman de Montclair e passa o tempo todo deslumbrado com os Goldman de Baltimore, mas ao crescer ele perceberá que nem tudo são flores.

Joël consegue entregar importância até para papeis vistos mais como secundários, e embora esse seja um livro que traga o mesmo personagem de A verdade sobre o caso Harry Quebert, é totalmente compreensível sem ter lido o anterior, mas falaremos também sobre esse livro adiante.

O livro dos Baltimore tinha tudo pra ser chato, pelo fato de contar toda a trajetória de uma família, mas não é isso que acontece, a escrita do Joël Dicker é tão boa e cativante que a gente se vê curiosa pra chegar no final e descobrir o que é o Drama e o que a família irá fazer em seguida.

Você pode adquiri-lo aqui.

Por Amanda Rocha e Priscila Biancardi

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Resenha: Lua Nova - Stephenie Meyer

Livro: Lua Nova
Autora: Stephenie Meyer
  Editora: Intrínseca
Páginas: 401
Nota: 
🍎Livro lido no #RevivendoForks
⚠️Contém spoiler. Segundo livro da saga Crepúsculo.


Sinopse

O segundo livro da série que vendeu mais de 15 milhões de exemplares em todo o mundo, Lua nova alcançou o primeiro lugar na lista de mais vendidos do The New York Times.

Para Bella Swan, há um coisa mais importante do que a própria vida: Edward Cullen. Mas estar apaixonada por um vampiro é ainda mais perigoso do que ela poderia ter imaginado. Edward já resgatara Bella das garras de um monstro cruel, mas agora, quando o relacionamento ousado do casal ameaça tudo o que lhes é próximo e querido, eles percebem que seus problemas podem estar apenas começando...

Legiões de leitores que ficaram em transe com o best-seller Crepúsculo estão ávidos pela seqüência da história de amor de Bella e Edward. Em Lua nova, Stephenie Meyer nos dá outra combinação irresistível de romance e suspense com um toque sobrenatural. Apaixonante e cheia de reviravoltas surpreendentes, essa saga de amor e vampiros segue rumo à imortalidade literária.

Com direitos vendidos para mais de 40 países e para o cinema, Lua nova chegou às telas em 2009, em filme protagonizado por Kristen Stewart, Robert Pattinson e Taylor Lautner e dirigido por Chris Weitz.


Minha opinião

Primeiramente eu devo dizer que nem sei como Bella consegue chegar inteira até o último livro porque agora além da cicatriz da mordida adquirida em Crepúsculo, em Lua Nova recebeu pontos de Carlisle depois de parar com cacos de vidro no braço após cortar o dedo em um papel com vampiros em volta.

Esse sempre foi meu livro menos favorito da saga, achei até que não conseguiria reler, mas surpreendentemente fluiu bem, relembrei tudo que me incomodou, mas também achei muitas coisas agradáveis.

Vou começar dizendo o que me incomoda nesse livro. Eu entendo que Bella está com depressão depois da partida de Edward, mas mesmo depois de se aproximar de Jacob e se sentir melhor ela age de forma estúpida se arriscando a morrer só para ouvir a voz de Edward.

E Edward, bem, ele se afastou pela segurança de Bella depois de Jasper quase perder o controle, só que ele conhece bem a Bella, ele poderia ter deixado a família partir e ficar para protegê-la e o que ele realmente pensava que Victoria faria depois de perder James? Era óbvio que retornaria. Como bem disse Alice: Ele foi um tolo por pensar que Bella podia sobreviver sozinha. Nunca vi ninguém com tamanha tendência à idiotice letal.

Pelo menos, por fim ele percebe que foi egoísta e Bella cai na real que ele tem Charlie, Renée e Jacob que se importam com ela e que a vida dela não pode se resumir a somente Edward.

Passada a raiva com eles, vamos ao pontos positivos do livro. As referências e comparações com Romeu e Julieta são muito boas e bem feitas. E foi ótimo nesse livro ver um pouco mais de Charlie como ele se esforça para deixar a filha mais confortável e preocupado com o bem-estar dela. Sem dúvidas foi um dos meus personagens favoritos no livro.

Sobre os lobisomens, ai gente, o Jacob é um amor. Mesmo sabendo que Bella não o via com os mesmos olhos apaixonados dele, ele tá lá sempre a apoiando em tudo e catando todos os cacos de Bella que Edward deixou ao partir. E eu simplesmente amo como os lobisomens são calorosos e como se tratam como uma família bem-humorada.

Identifiquei em Jacob algumas semelhanças com Edward: ele também sente medo de perder o controle e assim que se transforma em lobisomem fica com o sentimento de ter virado um monstro.

E por fim vamos falar sobre os vilões que surgiram nesse livro: os Volturi. Não é segredo para ninguém que Aro Volturi é meu vilão favorito de livros. Além de achar a explicação sobre os Volturi, o local onde se instalam e até mesmo o feriado de São Marcos muito bem arquitetada, o Aro é um vilão super elegante, doido e divertido. Ele talvez seja o vampiro que mais se aproxime de vampiros mais clássicos que vemos pela ficção, que mata rindo.

Enfim, mais uma releitura finalizada no #RevivendoForks e eu sou só animação para o próximo, Eclipse, que é sem dúvidas meu favorito!

Você pode adquiri-lo aqui.

Por Amanda Rocha

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