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Resenha escrita (sem spoilers): Layla - Collen Hoover

 

Livro: Layla
Autora: Colleen Hoover
Editora: Galera Record
Páginas: 368
Nota: 4,5

Sinopse
Tradução feita por mim

Quando Leeds conhece Layla, ele está convencido de que passará o resto de sua vida com ela - até que um ataque inesperado deixa Layla lutando por sua vida.  Depois de semanas no hospital, Layla se recupera fisicamente, mas as cicatrizes emocionais e mentais alteraram a mulher por quem Leeds se apaixonou.  A fim de colocar seu relacionamento de volta nos trilhos, Leeds leva Layla para a pousada onde se conheceram.  Assim que eles chegam, o comportamento de Layla dá uma guinada bizarra.  E essa é apenas uma das muitas ocorrências inexplicáveis.

Sentindo-se distante de Layla, Leeds logo encontra consolo em Willow - outro hóspede da pousada com quem ele estabelece uma conexão por meio de suas preocupações comuns.  À medida que sua curiosidade por Willow cresce, sua decisão de ajudá-la a encontrar respostas o coloca em conflito direto com o bem-estar de Layla.  Leeds logo percebe que tem que fazer uma escolha porque não pode ajudar os dois.  Mas se ele fizer a escolha errada, pode ser prejudicial para todos eles.


Minha opinião

Layla é o novo livro da CoHo que virá pela Editora Record. Vi algumas pessoas reclamando em resenhas que o livro foi anunciado como paranormal, mas já ressalto aqui que o classifiquei o como romance paranormal como a Record divulgou mesmo.

Nesse livro, conhecemos nosso protagonista Leeds. O que sabemos no início sobre Leeds e Layla é que eles se conheceram no casamento da irmã da Layla. Leeds tocava na banda contratada pela irmã pra tocar no casamento. Ele chamou a atenção dela por parecer morto por dentro enquanto tocava e ela chamou a atenção dele por ser uma dançarina horrível.
A química foi instantânea. Desde então não se desgrudaram, até que um dia, Leeds no auge da sua felicidade com Layla, resolveu postar uma foto com ela no Instagram, mas ele jamais imaginou que sua ex pudesse ver aquilo, assediasse Layla e que de repente aparecia na sua porta com uma arma disparando em Layla e depois em Leeds. 

A vida deles vira de cabeça pra baixo. Layla tomou um tiro na cabeça, ficou por tempos no hospital se recuperando e depois disso não é mais a mesma Layla livre, espontânea, sorridente e confiante como era. 

Querendo mudar de ares e achando que poderia fazer bem para Layla, ao ver que o local onde eles se conheceram estar à venda, Leeds resolve alugar o local já pensando em o comprar, já que o local significa tanto para eles. 

No entanto, coisas estranhas começam a acontecer. Alguém parece ter entrado na casa, embora tudo esteja trancado por dentro, sendo assim, Leeds resolve instalar câmeras e começa a presenciar eventos sobrenaturais. 

Eu não sei o que tem na escrita da CoHo que por mais louco que a coisa esteja, ela sempre me desperta curiosidade. Foi um livro completamente diferente de tudo que já li e eu adorei, mas é bom ir mente bem aberta porque é realmente fora da casinha. Não só diferente de tudo que a CoHo escreveu mas diferente de tudo que já vi por aí. Pra não dizer que ele não se assemelha em nada a nenhum livro, teve apenas um ponto dele que me lembrou um outro livro de suspense mas que, claro, não vou revelar qual é para não revelar mais da trama. 

Ainda não tem uma data para vir para o Brasil, embora já tenha sido revelada a capa. Então, caso queiram arriscar como eu a ler em inglês, ele está disponível no Kindle Unlimited.

Você pode adquirir o livro em pré-venda aqui.

Por Amanda Rocha

 

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Em a escolha a seleção america singer distopia editora seguinte kiera cass maxon schreave romance

Resenha: A escolha - Kiera Cass

 Livro: A escolha
Autora: Kiera Cass
EditoraSeguinte
Páginas352
Nota:⭐⭐⭐⭐+ 🧡
⚠️Livro 3 da trilogia "A seleção". Pode conter pequenos spoilers.


Sinopse

America era a candidata mais improvável da Seleção: se inscreveu por insistência da mãe e aceitou participar da competição só para se afastar de Aspen, um garoto que partira seu coração. Ao conhecer melhor o príncipe, porém, surgiu uma amizade que logo se transformou em algo mais... No entanto, toda vez que Maxon parecia estar certo de que escolheria America, algum obstáculo fazia os dois se afastarem. Um desses obstáculos era Aspen, que passou a ocupar o posto de guarda no palácio e estava decidido a reconquistar a namorada. Em encontros proibidos, ele a reconfortava em meio àquele mundo de luxos e rivalidades. Com essas idas e vindas, America perdeu um pouco de espaço no coração do príncipe, lugar que foi prontamente ocupado por outra concorrente. Para completar, o rei odiava America e a considerava a pior opção para o filho. Assim, tentava sabotar a relação dos dois, inventando mentiras e colocando a garota em prova a todo instante. Agora, para conseguir o que deseja, America precisa cortar os laços com Aspen, conquistar o povo de Illéa e conseguir novos aliados políticos. Mas tudo pode sair do controle quando ela começa a questionar o sistema de castas e a estratégia usada para lidar com os ataques rebeldes...


Minha opinião

E finalmente o último livro da trilogia! Acabou tão rápido! Já estou com saudade, embora não o suficiente para ler os spin-offs que tem avaliações bem medianas (risos). Enfim, é hora de Maxon escolher quem receberá a coroa e será sua princesa e a hora de America decidir a quem pertence seu coração: Aspen ou Maxon?

Gente, esse livro foi o meu favorito da trilogia! Eu senti de tudo nele! Vibrei, sofri, chorei, fiquei tensa. E o que dizer de Kiera Cass além de genocida, né? O sofrimento é certo nesse livro, pessoal. Ela vai fazer você se apegar a personagens e matar sem dó e quando você pensar que o ceifeiro da morte já teve sua participação, ele vem e ceifa mais.

De certa forma é um livro corrido por conta de muita coisa acontecendo para o desfecho, mas de forma alguma isso deixa o livro ruim. Nesse livro conseguimos ver bem o amadurecimento da America, especialmente quando ela se impõe para falar com o irmão dela, Kota.

Tem uma carta do pai dela no livro que me emocionou demais e se você já leu e não se emocionou, desculpa, mas você não tem coração. haha Brincadeiras à parte, o final não poderia ter sido mais perfeito. Minto, a morte de alguns personagens talvez tenho sido necessárias, mas Kiera conseguiu entregar uma trilogia muito bem fechadinha e justa.

A trilogia A seleção são livros para adolescente? Sim, mas sinceramente nunca nos importamos com isso e caso você não se importe também, é uma ótima pedida porque Kiera soube aprofundar o romance distópico trazendo algumas críticas sutis e outras nem tanto. Mais do que recomendado! Agora além de pela Priscila, por mim também! A ansiedade pela adaptação na Netflix só aumentou! E que venha As crônicas de Kane em Novembro no Lendo Sagas.

Você pode adquirir o livro aqui.

Por Amanda Rocha

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Em a elite america singer castas distopia editora seguinte kiera cass maxon schreave princesa príncipe romance teammaxon

Resenha: A elite - Kiera Cass

Livro: A elite
Autora: Kiera Cass
Editora: Seguinte
Páginas: 360
Nota:⭐⭐⭐
⚠️Livro 2 da trilogia "A seleção". Pode conter pequenos spoilers.


Sinopse

A vida no palácio não era tão ruim quanto America imaginava. Ou melhor: com todos os mimos e privilégios que estava tendo, ela já mal se lembrava de como era pertencer à casta Cinco. Ser Um, em compensação, era fácil: suas criadas eram costureiras talentosíssimas e faziam vestidos maravilhosos; os banquetes e as festas que frequentava eram incrivelmente divertidos; e o conforto em que vivia agora seria impensável alguns meses atrás. Além de tudo, quando sentia saudade de casa, tinha Aspen por perto. Ele era compreensivo, companheiro e tinha decidido colocar sua vida em perigo por ela - afinal, o que aconteceria se alguém descobrisse que, além de guarda do palácio, era ex-namorado de uma das candidatas? Era com Aspen que America contava nas horas mais difíceis. Por outro lado, o príncipe Maxon era atraente, bondoso, carinhoso e - o mais importante - desejava America mais do que qualquer outra garota da Elite. Mas, além de estar com o coração secretamente dividido, também era difícil lidar com o fato de que aceitar Maxon significava ter que aceitar uma coroa. America não tinha certeza se gostaria de ser uma princesa. Apesar da vida glamorosa, havia tantas coisas com as quais ela não concordava e que permaneciam sem explicação: por que o palácio sofria tantos ataques rebeldes? O que era reivindicado? Por que os castigos aos infratores tinham de ser tão violentos? O que estava por trás daquele regime de castas tão cruel? O tempo está acabando e as dúvidas de America só aumentam.


Minha opinião

E chegamos à Elite! Para quem não sabe, a Elite são as cinco últimas selecionadas que restaram na corrida pelo amor de Maxon e a coroa.

E o que dizer desse livro, gente? Teve mais ação, conhecemos ainda mais a índole da America que mostra a que veio, vemos um novo lado de Maxon, nos aproximamos mais de Aspen e temos a oportunidade de ver mais da personalidade tanto das selecionadas como da rainha e do rei também. E claro, passar raiva com a indecisão da America.

Enquanto no primeiro livro ficamos com America questionando as intenções de Maxon, nesse conhecemos outros lados dele. O lado que precisa curtir também como qualquer adolescente e um lado que nos mostra que só o fato dele ser príncipe não o garante uma vida só de glamour.

Algumas partes nesse livro são difíceis de ler porque por mais que os livros da trilogia sejam curtos, acabamos nos apegando aos personagens e sofrendo com eles, mas eles também servem para reforçar a empatia que America tem.

Mas também tem momentos de felicidade. As partes de festas no palácio são de ler com um sorriso no rosto e desejar estar lá fazendo parte do banquete.

Por fim, Kiera conseguiu trazer mais um livro com críticas a sistemas autoritários, trazer mais personalidade a cada personagem e nos fazer torcer ainda mais por mudanças nas castas. Nos vemos na próxima resenha com a finalização dessa trilogia que me conquistou.

Esse debate no Lendo Sagas foi ainda mais divertido que o primeiro. Julgamos os personagens, sofremos com outros e criamos antipatia por alguns. Caso queiram entrar no grupo, falem com a gente no @blogsobrealeitura. A próxima leitura será em Novembro com As crônicas de Kane.

Você pode adquiri-lo aqui.

Por Amanda Rocha

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Resenha: Minha primeira paixão - Elenice Machado de Almeida e Pedro Bandeira

Livro: Minha primeira paixão
Autores: Elenice Machado de Almeida e Pedro Bandeira
Editora: Moderna
Páginas: 120
Nota⭐+🧡


Sinopse

Frida e seus cachinhos ruivos! Pimpo e seus óculos de aros pretos! Frida senta na carteira à frente de Pimpo, na sexta série. Logo, uma implicância feroz nasce entre os dois: "Batata-Frida!", "Cara-de-coruja!". Aos poucos, porém, eles começam a sentir que quem implica muito com o outro é porque se importa com essa pessoa, é porque gosta dessa pessoa.


Minha opinião

Frida acabou de se mudar para uma nova escola, na sala ela é obrigada a se sentar na frente de Pimpo, que logo de cara começa a implicar com a menina, mas ao mesmo tempo fica hipnotizado pelos cachinhos ruivos de Frida, pelos 2015 cachinhos que ele fez questão de contar.

Ao longo do livro, Frida e Pimpo ficam pregando peças um no outro, mas aos poucos eles percebem que quando alguém implica tanto assim é por gostar, e muito.

Minha primeira paixão foi o primeiro livro que eu li na vida, ou seja, tinha uma memória afetiva grande e relendo agora na fase adulta, não fiquei surpresa com o fato de a história ainda ser igualmente cativante como foi na infância. Assim como antigamente, atualmente o final do livro aqueceu meu coração.

Elenice Machado de Almeida começou o livro, escreveu 5 capítulos, mas infelizmente faleceu antes de poder concluir. Coube a Pedro Bandeira finalizar essa história e acredito que Elenice teria ficado muito satisfeita com o rumo que a história levou.

Um livro pequeno, aparentemente despretensioso, mas que promete despertar grandes emoções no leitor.

Você pode adquiri-lo aqui.

Por Priscila Biancardi

 

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Em a seleção america singer distopia editora seguinte kiera cass lendo sagas maxon schreave romance teammaxon trilogia

Resenha: A seleção - Kiera Cass

 

Livro: A seleção
Autora: Kiera Cass
Editora: Seguinte
Páginas: 368
Nota:4,5
Livro lido na Leitura Coletiva Lendo sagas


Sinopse

Muitas garotas sonham em ser princesas, mas este não é o caso de America Singer. Ela topa se inscrever na Seleção só para agradar a mãe, certa de que não será sorteada para participar da competição em que o príncipe escolherá sua futura esposa. Mas é claro que depois disso sua vida nunca mais será a mesma...

Para trinta e cinco garotas, a Seleção é a chance de uma vida. É a oportunidade de ser alçada a um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha.
America Singer, no entanto, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás o rapaz que ama. Abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.
Então America conhece pessoalmente o príncipe - e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que nunca tinha ousado imaginar.


Minha opinião

Vocês não estão loucos, já houve uma resenha da trilogia A seleção aqui sim em 2018, no entanto, foi da trilogia inteira e pela perspectiva da Priscila, então agora que eu, Amanda, li também graças a leitura coletiva Lendo Sagas, quis trazer minha opinião sobre cada livro separadamente.

O que eu sabia do livro era simplesmente que se tratava de uma seleção de princesas, então vocês não imaginam a minha surpresa ao começar a lê-lo. A seleção é muito mais que um simples romance estilo conto de fadas, é uma distopia e que foge do clichê.

Nele, conhecemos Iléa, um local distribuído por castas do um ao oito, onde a um é a família real e a oito são praticamente mendigos. Nisso a gente já vê uma forte crítica social pela parte de Kiera Cass que ao longo do livro só vai sendo reafirmada.

America Singer é uma número cinco que trabalha com música com sua mãe. Os cinco são voltados para a arte. Ela toca vários instrumentos e canta. America nunca sonhou em ser uma princesa nem em planos mirabolantes para subir de casta. Consegue ser grata por tudo que conquista com seu trabalho e só quer ser feliz desde que haja amor em sua vida, mas consegue reconhecer que subir de casta seria ótimo para a sobrevivência de sua família.

Após receber uma carta a convidando para participar da Seleção e uma promessa de sua mãe, America decide ao menos tentar fazer a inscrição e é assim que a vida dela começará a mudar completamente.

America é uma personagem de personalidade forte e teimosa, mas também muito carinhosa e empática, nos conquista de cara. No entanto, o motivo para eu não dar nota cheia é um triângulo amoroso que embora eu entenda o propósito dele no livro, não consigo entender como uma personagem tão decidida não consegue escolher seu amor.

O debate desse livro no grupo deu o que falar, foi muito divertido! Mas umas coisas foram unânimes: o ódio por Celeste e #TeamMaxon. haha Amanhã teremos o debate de A elite e já posso prever muitas mensagens.

A próxima trilogia que leremos será as Crônicas de Kane. Caso queiram participar, entrem no grupo Lendo Sagas ou falem conosco pelo instagram blogsobrealeitura.

Você pode adquirir o livro aqui.

Por Amanda Rocha

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Resenha: Sol da meia-noite - Stephenie Meyer

Livro: Sol da meia-noite
Autora: Stephenie Meyer
Editora: Intrínseca
Páginas: 736
Nota⭐+🧡


Sinopse

Aguardado há mais de uma década, Sol da meia-noite, novo livro do universo de Crepúsculo, chega ao Brasil em lançamento mundial no dia 4 de agosto

Um dos maiores fenômenos editoriais dos últimos tempos, a saga Crepúsculo narra a icônica história de amor de Bella Swan, uma garota tímida e desastrada, que acaba de mudar de cidade, e Edward Cullen, um rapaz misterioso que esconde um segredo aterrorizante: é um vampiro. Desde a primeira troca de olhares, ele fez tudo para ficar longe dela, mas e se as coisas não tiverem acontecido exatamente assim?

Até agora, os leitores conheceram essa trama inesquecível apenas pelos olhos de Bella. No aguardado Sol da meia-noite, vamos testemunhar o nascimento desse amor pelo olhar de Edward, mergulhando em um universo novo, sombrio e surpreendente, cheio de revelações.

Conhecer Bella foi o que aconteceu de mais irritante e instigante em todos os anos de Edward como vampiro. À medida que conhecemos detalhes sobre seu passado e a complexidade de seus pensamentos, conseguimos entender por que Bella se tornou o eixo central de uma batalha decisiva em sua vida. Como Edward poderia seguir seu coração se isso significava colocar a amada em perigo? Do que ele seria capaz de abrir mão?

Em Sol da meia-noite, Stephenie Meyer faz um retorno triunfal ao universo de Crepúsculo e nos transporta mais uma vez para Forks, convidando-nos a revisitar cada detalhe dessa história que conquistou milhões de fãs em todo o mundo. Em meio a uma paixão cercada de perigos sobrenaturais, vamos descobrir como Edward encara seus prazeres mais profundos e as consequências devastadoras de um amor proibido e imortal.

Minha opinião


Finalmente, após mais de 10 anos chegou a vez de Edward. Fãs de todo mundo esperavam pelo Sol da Meia Noite e quando todo mundo achou que esse sonho jamais iria se realizar, Stephenie nos surpreende com esse lançamento. Até parece que tínhamos adivinhado, pois cerca de um mês antes do anúncio do novo livro nós lançamos uma Leitura Coletiva da saga Crepúsculo. Sem mais enrolação, vamos à resenha.

Começamos o livro com um Edward muito entendiado, o que é normal, afinal ele está há décadas fazendo a mesma coisa, sem ter nenhuma novidade, até que uma aluna nova chega na escola de Forks, ela tem o cheiro mais gostoso que Edward já sentiu, mas o que mais o deixa intrigado é que ele não consegue ler a mente dela, coisa que nunca foi problema pra ele, já que ele é um vampiro experiente com um dom poderoso.

"Poderia um coração congelado e morto voltar a bater? Parecia que o meu estava prestes a fazê-lo."

No início, Edward tenta de todas as formas se manter longe de Bella, afinal de contas, nada de bom poderia resultar de uma aproximação, mas ele percebe que está perdidamente apaixonado por Bella e todos os seus mistérios.

Sol da Meia-noite é um livro mais maduro, já que Edward tem mais de 100 anos, então não temos o mesmo tom de escrita dos outros livros narrados por Bella, até porque o sexo do narrador também muda.

É incrível ver como, mesmo tendo uma aparência perfeita, Edward sofre das inseguranças que assolam a maioria dos humanos, visto que ele não sabia o que Bella sentia por ele e até mesmo chegando ao ponto de pensar que ela iria achá-lo repulsivo.

É lindo saber como Edward enxerga Bella, sempre reforçando suas qualidades, sempre pensando em como ela é inteligente, altruísta e bonita, ele sempre está querendo ser alguém melhor pra merecer o amor dela. Pelo olhar de Edward, eu passei a gostar ainda mais da Bella, já que ela não fala sobre suas qualidades pois é muito insegura para poder ver as coisas boas que tem. Então esqueçam aquela Bella sem graça dos filmes. Sem contar que a Bella do filme já é bem diferente da Bella dos livros e em Sol da meia-noite isso fica ainda mais evidente, porque obviamente nenhuma pessoa se vê com os mesmos olhos que alguém que a ama a vê. Isso acontece na vida real.

Como conhecemos mais de Bella, é possível entender melhor sua mente e seus gostos apesar de Edward não lê sua mente porque Edward também é muito perceptivo. Toda aquela conversa deles em Crepúsculo arrancando detalhes da vida dela em troca de respostas dele, traz muitos mais detalhes sobre Bella que renderá certamente um outro post de curiosidades como o que já postamos sobre a saga.

"O cheiro dela queimou em minha garganta, e fiquei feliz. Essa dor significava que ela estava viva. Enquanto eu queimasse, ela estaria em segurança."

É muito interessante estar dentro da mente de Edward, pois não conhecemos apenas seus pensamentos, também podemos ver o que as outras pessoas pensam quando ele usa seu dom, então temos uma visão muito ampliada do que acontece ao redor. Inclusive isso evidencia a inveja de Jessica, o ciúme de Rosalie e a bondade de Angela.

Outro ponto do alto do livro é ficar mais perto dos Cullen e descobrir coisas novas da história deles, que nos livros narrados pela Bella não temos acesso. Nesse livro podemos acompanhar o lado mais vampiresco deles e é lindo poder ver a relação de Edward e Alice, como eles realmente parecem irmãos, mas a relação que mais me comoveu é a que Edward tem com a Esme, como ela realmente o trata, como se fosse um filho, a relação dele com Emmett também é muito legal de acompanhar. Tem um momento que os dois interagem pra ajudar Angela que simplesmente lemos com um sorriso no rosto.

É lindo de ver como Edward enxerga Carlisle como um pai e o admira. Sobre Rosalie e Jasper, não temos tanto aprofundamento, já que Jasper ainda não é tão experiente no estilo de vida adotado pelos Cullen e Rosalie se mantém afastada porque não gosta de Bella.

"Era estranho ver tudo que eu não entendia antes de Bella surgir em minha vida. Ela me transformara mais do que eu achava possível mudar sem deixar de ser eu mesmo."

Outra coisa que eu gostei muito de acompanhar foi o entusiasmo da Alice com a expectativa de ser amiga de Bella, ali ficou ainda mais claro que Edward não era o único a amar a garota. Uma grata surpresa foi saber como Emmett se sente em relação a Bella, ele gosta dela logo de cara e é um sentimento muito sincero, do tipo que sabemos que se fosse preciso, ele lutaria por ela. Esme também tem um sentimento muito forte por Bella, já que ela vê como a garota faz Edward feliz.

A única coisa que eu achei que pode ser um ponto negativo no livro é o fato de contar apenas os acontecimentos de Crepúsculo, pelo número de páginas eu achei que seria a visão de todos os livros, me decepcionei um pouco com isso, já que eu queria muito saber o que o Edward ficou fazendo depois que abandona a Bella em Lua Nova e também queria ter a visão dele dos acontecimentos de Eclipse, já que é considerado por muitos o melhor livro da saga e claro, ver como foi para Edward aquele final de Amanhecer. Mas dentro da proposta que Stephenie nos ofereceu, o livro com certeza virou favorito.

Por Amanda Rocha e Priscila Biancardi

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