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Resenha: Mentirosos - E. Lockhart

Livro: Mentirosos
Autor: E. Lockhart
Editora: Seguinte
Páginas272
Nota:⭐⭐⭐


Sinopse

Na família Sinclair, ninguém é carente, criminoso, viciado ou fracassado. Mas talvez isso seja mentira. Os Sinclair são uma família rica e renomada, que se recusa a admitir que está em decadência e se agarra a todo custo às tradições. Assim, todo ano o patriarca, suas três filhas e seus respectivos filhos passam as férias de verão em sua ilha particular. Cadence - neta primogênita e principal herdeira -, seus primos Johnny e Mirren e o amigo Gat são inseparáveis desde pequenos, e juntos formam um grupo chamado Mentirosos. Durante o verão de seus quinze anos, as férias idílicas de Cadence são interrompidas quando a garota sofre um estranho acidente. Ela passa os próximos dois anos em um período conturbado, com amnésia, depressão, fortes dores de cabeça e muitos analgésicos. Toda a família a trata com extremo cuidado e se recusa a dar mais detalhes sobre o ocorrido… até que Cadence finalmente volta à ilha para juntar as lembranças do que realmente aconteceu.


Minha opinião

Cadence, Mirren, Jhonny e Gat.
Gat, Johnny, Mirren e Cadence.

Na família Sinclair, ninguém é carente, criminoso, viciado ou fracassado.
Ou talvez sejam.

"Não aceite um mal que você possa mudar."

A família Sinclair é poderosa, tem dinheiro e tudo o que sempre quiseram e de forma nenhuma vai perder suas tradições, por isso todo ano o patriarca da família faz questão de receber suas três filhas e todos os netos na ilha particular da família. Em um verão Gat aparece, ele é sobrinho do novo namorado de uma das filhas do patriarca.

Os primos Cadence, Johnny Mirren e o amigo Gat são inseparáveis desde a infância e quando estão na ilha são inseparáveis. Tudo anda às mil maravilhas até que Cadence sofre um estranho acidente e perde grande parte da memória e o pior, sabe que todo mundo, inclusive seus primos e o amigo, estão escondendo algo dela. Agora Cadence precisa se virar pra lembrar o que aconteceu no verão quando tinha 15 anos.

"Olhamos para o céu. Tantas estrelas. Parecia uma celebração, uma festa grandiosa e proibida que a galáxia faz depois de colocar os humanos para dormir.”

Eu peguei esse livro pra ler quando estava começando a ter uma ressaca literária e consegui terminar em apenas algumas horas, não por ser um livro extraordinário, mas por ser um livro fácil de ler.

Durante a leitura vemos que apesar da família Sinclair ser rica, nem tudo são flores nessa família. Ou talvez seja.

O livro é narrado em primeira pessoa por Cadence e como ela sofre uma amnésia, acaba não sendo uma narradora muito confiável.

"O silêncio é uma camada protetora sobre a dor.”

No início o sentimento que tive foi "beleza, qual é o objetivo desse livro?" Mas quando chegou por volta de 25% e o mistério surgiu, a leitura ficou mais interessante, mas ainda assim não é um livro de ritmo frenético. Eu não tinha grandes expectativas pra ele, pois sabia que era um livro meio thriller voltado para o público jovem e não tive uma experiência boa com um outro livro que li nessa pegada, então li com a intenção de sair da ressaca literária por saber ser um livro mais leve e o livro cumpriu seu papel. As únicas coisas que me impediram de dar mais estrelas pra esse livro foi o fato de nenhum personagem ter me conquistado e também por achar que a autora podia ter investido mais no mistério. Fora isso, é um livro que vale a pena ser lido, tem um bom plot twist e escrita fácil e leve.

Você pode adquirir o livro aqui.

Por Priscila Biancardi

 

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Em a escolha a seleção america singer distopia editora seguinte kiera cass maxon schreave romance

Resenha: A escolha - Kiera Cass

 Livro: A escolha
Autora: Kiera Cass
EditoraSeguinte
Páginas352
Nota:⭐⭐⭐⭐+ 🧡
⚠️Livro 3 da trilogia "A seleção". Pode conter pequenos spoilers.


Sinopse

America era a candidata mais improvável da Seleção: se inscreveu por insistência da mãe e aceitou participar da competição só para se afastar de Aspen, um garoto que partira seu coração. Ao conhecer melhor o príncipe, porém, surgiu uma amizade que logo se transformou em algo mais... No entanto, toda vez que Maxon parecia estar certo de que escolheria America, algum obstáculo fazia os dois se afastarem. Um desses obstáculos era Aspen, que passou a ocupar o posto de guarda no palácio e estava decidido a reconquistar a namorada. Em encontros proibidos, ele a reconfortava em meio àquele mundo de luxos e rivalidades. Com essas idas e vindas, America perdeu um pouco de espaço no coração do príncipe, lugar que foi prontamente ocupado por outra concorrente. Para completar, o rei odiava America e a considerava a pior opção para o filho. Assim, tentava sabotar a relação dos dois, inventando mentiras e colocando a garota em prova a todo instante. Agora, para conseguir o que deseja, America precisa cortar os laços com Aspen, conquistar o povo de Illéa e conseguir novos aliados políticos. Mas tudo pode sair do controle quando ela começa a questionar o sistema de castas e a estratégia usada para lidar com os ataques rebeldes...


Minha opinião

E finalmente o último livro da trilogia! Acabou tão rápido! Já estou com saudade, embora não o suficiente para ler os spin-offs que tem avaliações bem medianas (risos). Enfim, é hora de Maxon escolher quem receberá a coroa e será sua princesa e a hora de America decidir a quem pertence seu coração: Aspen ou Maxon?

Gente, esse livro foi o meu favorito da trilogia! Eu senti de tudo nele! Vibrei, sofri, chorei, fiquei tensa. E o que dizer de Kiera Cass além de genocida, né? O sofrimento é certo nesse livro, pessoal. Ela vai fazer você se apegar a personagens e matar sem dó e quando você pensar que o ceifeiro da morte já teve sua participação, ele vem e ceifa mais.

De certa forma é um livro corrido por conta de muita coisa acontecendo para o desfecho, mas de forma alguma isso deixa o livro ruim. Nesse livro conseguimos ver bem o amadurecimento da America, especialmente quando ela se impõe para falar com o irmão dela, Kota.

Tem uma carta do pai dela no livro que me emocionou demais e se você já leu e não se emocionou, desculpa, mas você não tem coração. haha Brincadeiras à parte, o final não poderia ter sido mais perfeito. Minto, a morte de alguns personagens talvez tenho sido necessárias, mas Kiera conseguiu entregar uma trilogia muito bem fechadinha e justa.

A trilogia A seleção são livros para adolescente? Sim, mas sinceramente nunca nos importamos com isso e caso você não se importe também, é uma ótima pedida porque Kiera soube aprofundar o romance distópico trazendo algumas críticas sutis e outras nem tanto. Mais do que recomendado! Agora além de pela Priscila, por mim também! A ansiedade pela adaptação na Netflix só aumentou! E que venha As crônicas de Kane em Novembro no Lendo Sagas.

Você pode adquirir o livro aqui.

Por Amanda Rocha

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Em a elite america singer castas distopia editora seguinte kiera cass maxon schreave princesa príncipe romance teammaxon

Resenha: A elite - Kiera Cass

Livro: A elite
Autora: Kiera Cass
Editora: Seguinte
Páginas: 360
Nota:⭐⭐⭐
⚠️Livro 2 da trilogia "A seleção". Pode conter pequenos spoilers.


Sinopse

A vida no palácio não era tão ruim quanto America imaginava. Ou melhor: com todos os mimos e privilégios que estava tendo, ela já mal se lembrava de como era pertencer à casta Cinco. Ser Um, em compensação, era fácil: suas criadas eram costureiras talentosíssimas e faziam vestidos maravilhosos; os banquetes e as festas que frequentava eram incrivelmente divertidos; e o conforto em que vivia agora seria impensável alguns meses atrás. Além de tudo, quando sentia saudade de casa, tinha Aspen por perto. Ele era compreensivo, companheiro e tinha decidido colocar sua vida em perigo por ela - afinal, o que aconteceria se alguém descobrisse que, além de guarda do palácio, era ex-namorado de uma das candidatas? Era com Aspen que America contava nas horas mais difíceis. Por outro lado, o príncipe Maxon era atraente, bondoso, carinhoso e - o mais importante - desejava America mais do que qualquer outra garota da Elite. Mas, além de estar com o coração secretamente dividido, também era difícil lidar com o fato de que aceitar Maxon significava ter que aceitar uma coroa. America não tinha certeza se gostaria de ser uma princesa. Apesar da vida glamorosa, havia tantas coisas com as quais ela não concordava e que permaneciam sem explicação: por que o palácio sofria tantos ataques rebeldes? O que era reivindicado? Por que os castigos aos infratores tinham de ser tão violentos? O que estava por trás daquele regime de castas tão cruel? O tempo está acabando e as dúvidas de America só aumentam.


Minha opinião

E chegamos à Elite! Para quem não sabe, a Elite são as cinco últimas selecionadas que restaram na corrida pelo amor de Maxon e a coroa.

E o que dizer desse livro, gente? Teve mais ação, conhecemos ainda mais a índole da America que mostra a que veio, vemos um novo lado de Maxon, nos aproximamos mais de Aspen e temos a oportunidade de ver mais da personalidade tanto das selecionadas como da rainha e do rei também. E claro, passar raiva com a indecisão da America.

Enquanto no primeiro livro ficamos com America questionando as intenções de Maxon, nesse conhecemos outros lados dele. O lado que precisa curtir também como qualquer adolescente e um lado que nos mostra que só o fato dele ser príncipe não o garante uma vida só de glamour.

Algumas partes nesse livro são difíceis de ler porque por mais que os livros da trilogia sejam curtos, acabamos nos apegando aos personagens e sofrendo com eles, mas eles também servem para reforçar a empatia que America tem.

Mas também tem momentos de felicidade. As partes de festas no palácio são de ler com um sorriso no rosto e desejar estar lá fazendo parte do banquete.

Por fim, Kiera conseguiu trazer mais um livro com críticas a sistemas autoritários, trazer mais personalidade a cada personagem e nos fazer torcer ainda mais por mudanças nas castas. Nos vemos na próxima resenha com a finalização dessa trilogia que me conquistou.

Esse debate no Lendo Sagas foi ainda mais divertido que o primeiro. Julgamos os personagens, sofremos com outros e criamos antipatia por alguns. Caso queiram entrar no grupo, falem com a gente no @blogsobrealeitura. A próxima leitura será em Novembro com As crônicas de Kane.

Você pode adquiri-lo aqui.

Por Amanda Rocha

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Em a seleção america singer distopia editora seguinte kiera cass lendo sagas maxon schreave romance teammaxon trilogia

Resenha: A seleção - Kiera Cass

 

Livro: A seleção
Autora: Kiera Cass
Editora: Seguinte
Páginas: 368
Nota:4,5
Livro lido na Leitura Coletiva Lendo sagas


Sinopse

Muitas garotas sonham em ser princesas, mas este não é o caso de America Singer. Ela topa se inscrever na Seleção só para agradar a mãe, certa de que não será sorteada para participar da competição em que o príncipe escolherá sua futura esposa. Mas é claro que depois disso sua vida nunca mais será a mesma...

Para trinta e cinco garotas, a Seleção é a chance de uma vida. É a oportunidade de ser alçada a um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha.
America Singer, no entanto, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás o rapaz que ama. Abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.
Então America conhece pessoalmente o príncipe - e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que nunca tinha ousado imaginar.


Minha opinião

Vocês não estão loucos, já houve uma resenha da trilogia A seleção aqui sim em 2018, no entanto, foi da trilogia inteira e pela perspectiva da Priscila, então agora que eu, Amanda, li também graças a leitura coletiva Lendo Sagas, quis trazer minha opinião sobre cada livro separadamente.

O que eu sabia do livro era simplesmente que se tratava de uma seleção de princesas, então vocês não imaginam a minha surpresa ao começar a lê-lo. A seleção é muito mais que um simples romance estilo conto de fadas, é uma distopia e que foge do clichê.

Nele, conhecemos Iléa, um local distribuído por castas do um ao oito, onde a um é a família real e a oito são praticamente mendigos. Nisso a gente já vê uma forte crítica social pela parte de Kiera Cass que ao longo do livro só vai sendo reafirmada.

America Singer é uma número cinco que trabalha com música com sua mãe. Os cinco são voltados para a arte. Ela toca vários instrumentos e canta. America nunca sonhou em ser uma princesa nem em planos mirabolantes para subir de casta. Consegue ser grata por tudo que conquista com seu trabalho e só quer ser feliz desde que haja amor em sua vida, mas consegue reconhecer que subir de casta seria ótimo para a sobrevivência de sua família.

Após receber uma carta a convidando para participar da Seleção e uma promessa de sua mãe, America decide ao menos tentar fazer a inscrição e é assim que a vida dela começará a mudar completamente.

America é uma personagem de personalidade forte e teimosa, mas também muito carinhosa e empática, nos conquista de cara. No entanto, o motivo para eu não dar nota cheia é um triângulo amoroso que embora eu entenda o propósito dele no livro, não consigo entender como uma personagem tão decidida não consegue escolher seu amor.

O debate desse livro no grupo deu o que falar, foi muito divertido! Mas umas coisas foram unânimes: o ódio por Celeste e #TeamMaxon. haha Amanhã teremos o debate de A elite e já posso prever muitas mensagens.

A próxima trilogia que leremos será as Crônicas de Kane. Caso queiram participar, entrem no grupo Lendo Sagas ou falem conosco pelo instagram blogsobrealeitura.

Você pode adquirir o livro aqui.

Por Amanda Rocha

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