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Resenha: O mágico de Oz - L. Frank Baum

Livro: O mágico de Oz
Autor: L. Frank Baum
Editora: Autêntica Páginas: 208
Nota


Sinopse

O Mágico de Oz conta a história de Dorothy Gale, uma órfã que vivia com os tios numa fazenda do Kansas, nos Estados Unidos. Um dia, um ciclone arranca do chão a casa onde moravam. Os tios conseguem entrar no porão que usavam como abrigo para tempestades, mas Dorothy e seu cachorro, Totó, se atrasam e ficam na casa, que foi levada durante muito tempo pelos ares até chegar à Terra de Oz.Lá, Glinda, a Bruxa Boa do Norte, explica a Dorothy que ela havia matado a Bruxa Malvada do Leste, pois a casa aterrissou em cima dela. Dorothy agora é, por direito, dona dos sapatos mágicos prateados da bruxa má. Além disso, Glinda lhe dá um beijo na testa, para ela ficar em segurança durante as aventuras que viveria a caminho da Cidade das Esmeraldas, onde vive o poderoso Mágico de Oz, o único que poderia ajudá-la a voltar para o Kansas. Para chegar à Cidade das Esmeraldas, Dorothy tem que seguir por uma estrada de tijolos amarelos. Durante a caminhada, ela encontra o Espantalho, o Homem de Lata e o Leão Covarde. Os três se juntam a Dorothy, pois também querem encontrar Oz e pedir algo para ele: o Espantalho quer um cérebro para pensar como os homens; o Homem de Lata, um coração para amar como os homens, e o Leão Covarde quer coragem para ser o Rei dos Animais. A partir daí, os quatro encaram perigos, vivem histórias fantásticas e aprendem a enfrentar os próprios medos.


Minha opinião

Dorothy vive com seus tios e seu cachorrinho no Kansas, mas um dia um ciclone arranca sua casa do chão e a faz cair bem em cima da Bruxa Má do Leste, então Glinda, a Bruxa Boa explica que como ela matou a Bruxa Má, pode ficar com os poderosos sapatos prateados dela, como a menina estava com os sapatos muito velhos ela aceitou.

A Bruxa Boa também explica para Dorothy que ela e sei cachorrinho Toró estão na Terra de Oz, mas ela não quer ficar lá, quer voltar pro Kansas e encontrar seus tios, e pra isso ela descobre que precisa pedir ajuda ao Grande Oz.

"Você não precisa de um cérebro. Você vem aprendendo uma coisa nova a cada dia. Um bebê tem cérebro, mas ele não sabe muita coisa. A experiência é a única coisa que traz conhecimento, e quanto mais tempo você vive mais experiência você adquire, com certeza."

Então Dorothy segue pela grande estrada de tijolos ele busca do Mágico de Oz, mas no caminho ela vai encontrar vários amigos: O espantalho, que quando chegar na Terra de Oz vai pedir pra ele dar um cérebro. O Leão Covarde, que vai pedir coragem e o Homem de Lata que vai pedir um coração.

Gente, que experiência maravilhosa foi essa leitura, eu não conhecia nada da história, a única coisa que eu sabia era que tinha um Espantalho, um Leão Covarde e um Homem de Lata. 

"Não importa o quanto nosso lar seja feio e triste: nós, pessoas de carne e osso, sempre preferimos viver nele e não em qualquer outro lugar, mesmo que seja muito bonito. Não há lugar como o nosso lar."


Fui totalmente pega de surpresa pela preciosidade que foi essa história e devo dizer que me surpreendeu muito, não esperava aquele plot twist do final (kkkkkk).

Achei a personalidade da Dorothy maravilhosa, quando ela tinha que dar um esporro em alguém ela dava mesmo, não importava quem fosse. Em todas as aventuras que eles se metiam a gente via a preocupação da Dorothy com seus amigos e também de seus amigos com ela.

"Não, minha cabeça é bem vazia – ele respondeu. – Mas já tive cérebro, e também coração; por isso, como já experimentei os dois, prefiro muito mais ter um coração."


O Mágico de Oz é classificado como um livro infantil, mas no decorrer da leitura temos tantas lições e frases impactantes, que posso dizer que é um livro que principalmente adultos devem ler. Foi uma experiência incrível finalmente ter lido esse clássico.

Você pode adquirir o livro aqui.

Por Priscila Biancardi

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Resenha: O grande Gatsby - F. Scott Fitzgerald

 

Livro: O Grande Gatsby
Autor: F. Scott Fitzgerald
Editora: Tordesilhas
Páginas288
Nota:⭐⭐⭐


Sinopse

A obra traz como pano de fundo a sociedade americana da década de 1920, época que ficou conhecida como a era do jazz. Ao se mudar para a casa ao lado, Nick Carraway adentra o mundo de extravagância e luxo de Jay Gatsby, um misterioso milionário que, na verdade, busca a atenção de um antigo amor, Daisy Buchanan, de quem se separou na Primeira Guerra Mundial. A edição traz ainda o prefácio à edição americana de 1934, escrita pelo próprio Fitzgerald; um posfácio do escritor americano Alex Gilvarry, autor de Nada além da verdade; uma seleção das cartas que Fitzgerald escreveu a Maxwell Perkins, seu editor à época da publicação de O grande Gatsby; e a cronologia da vida e obra do autor. Um retrato pungente da decadência de uma sociedade materialista e deslumbrada com o poderio do pós-guerra e dos trágicos danos causados por uma obsessão lancinante com o passado.


Minha opinião

Nick Carraway é um jovem que vive na década de 20, também conhecida como década do Jazz. Quando se muda para uma pequena casa descobre que é vizinho de um misterioso Gatsby, conhecido por dar festas luxuosas que são famosas em toda Nova York.

Nick adentra cada vez mais no mundo misterioso de Gatsby, ninguém sabe de onde ele veio e nem como ganhou todo seu dinheiro, mas Nick logo descobre que o misterioso milionário tem um antigo amor, que se chama Daisy e que por acaso Nick a conhece.

Sabendo disso, Gatsby pede a ajuda de Nick para se reaproximar de Daisy, que agora é casada e tem uma filha, mas ele não se importa, quer apenas a sua amada de volta, e diante disso se dá início a uma cadeia de acontecimentos que tem tudo pra terminar em tragédia.

O grande Gastby não é um livro cheio de reviravoltas, se tiver esperando grandes emoções esse livro não é pra você.

F. Scott Fitzgerald nos apresenta uma obra repleta de significado, ele nos faz entrar totalmente de cabeça na história de Nick e Gatsby e sua narrativa nos faz ter muitos questionamentos: o dinheiro pode comprar tudo? Até onde estamos dispostos a ir pela pessoa que amamos?

O livro é extremamente triste, pois conseguimos observar que apesar de muito rico e de estar sempre cercado de gente ainda assim Gatsby é uma alma solitária e possui um vazio enorme no coração.

Você pode adquirir o livro aqui. Gratuito no Kindle Unlimited.

Por Priscila Biancardi

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Resenha: Flores para Algernon - Daniel Keyes

Livro: Flores para Algernon
Autor: Daniel Keyes
Editora: Aleph
Páginas: 288
Nota:⭐⭐⭐⭐

Sinopse

Aos 32 anos, Charlie trabalha na padaria Donners, ganha 11 dólares por semana e
tem 68 de QI. Porém, uma cirurgia revolucionária promete aumentar a sua inteligência,
considerada gravemente baixa. O problema? Enxergar o mundo com outros olhos e
mente pode trazer sacrifícios para a sua própria realidade. E resta saber se Charlie
Gordon está disposto a fazê-los.

Minha opinião


Charlie não é tão esperto como gostaria de ser, ele sonha em ser inteligente e vê essa
oportunidade chegando quando é aprovado para participar de um experimento que
promete elevar muito seu grau de inteligência, mas será que isso também significa
elevar sua felicidade?

Flores para Algernon é um livro cheio de mensagens, questionamentos e reflexões, o
livro nos faz refletir em como a sociedade trata os deficientes intelectuais e como as
pessoas podem ser cruéis com as outras só por elas serem diferentes.

Charlie sempre acreditou que tivesse amigos que rissem com ele, mas no que o
experimento foi avançando e ele ficando mais esperto, descobriu que na verdade eles
riam dele e esse fato me fez refletir que às vezes permanecer na ignorância pode ser
mais saudável para a nossa mente, o famoso “o que os olhos não veem o coração não
sente”. 

Enfim, Flores para Algernon é um clássico de leitura obrigatória, é uma sensibilidade
enorme e ao contrário de alguns clássicos, tem a linguagem bem fluida. Recomendo
que leiam com uma caixa de lenços do lado.

Por Priscila Biancardi

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